quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Ensinando a ser puta - aula avançada nº2


Ser casado com uma vadia como eu pode ser um pouco estressante. É normal que o marido às vezes esboce alguma reação contrária ao fato de sua mulher ficar se exibindo e se oferecendo para a galera, como eu faço aqui neste blog.

Então nesta postagem mostro para as minhas alunas como tratar eventuais crises de ciúme de seus maridos. Afinal, marido de puta não pode ser ciumento. Quem mandou casar com uma piranha ?





Só para lembrar: esta postagem e a anterior são aulas complementares de meu curso "Ensinando a ser puta". Como já disse, espero que este curso seja em breve homologado pelo Ministério da Cultura, pois é muito importante capacitar esposas e donas de casa para trabalharem como putas, uma atividade remunerada que irá aumentar a renda familiar.

A aula avançada anterior era uma espécie de remédio para esposas que eventualmente tenham uma recaída em seu desenvolvimento como vagabundas. Esta aula avançada aqui trata de como lidar com maridos que começam a implicar com o jeito facinha de ser: com um tratamento de choque.


 
 
 
Este tratamento de choque funciona assim: primeiro peça para um cliente lhe dar um plug anal de presente. O meu, nem precisei pedir. Foi um cliente super generoso quem me deu.
 
Segundo, passe uma tarde inteira desfilando e fazendo poses  nuazinha e de salto alto, usando o plug, para o seu cliente e seu marido. De vez em quando peça para o seu marido retirar o plug anal e abrir bem seu cuzinho para o cliente comer. Depois coloque o plug de novo e continue com o desfile. Fique repetindo até o cliente gozar.


 
 
Depois, toda vez que o marido ficar com ciúmes, basta colocar o plug anal e fazer umas poses como as dessas fotos.
 
O marido vai logo se lembrar daquela tarde e reconhecer que é um homem de sorte por poder assistir sua esposa ser enrabada por outros homens.
 

sábado, 17 de dezembro de 2016

Ensinando a ser puta - aula avançada nº1


Esta postagem e a próxima são aulas extras de meu curso "Ensinando a ser puta", o qual já foi apresentado em postagens anteriores

A propósito, o curso ainda aguarda homologação pelo Ministério da Cultura, mas estou certa que isto acontecerá em breve, pois o Governo Federal, além de ser um grande incentivador de sacanagens, não vai perder uma chance dessas para combater o desemprego. É importante capacitar as donas de casa, para que possam exercer uma atividade remunerada, aumentando a renda familiar.

 
 
 
Nesta postagem vou contar como o marido pode ajudar a sua esposa a superar algum trauma psicológico, alguma burka mental, que possa vir a prejudicar o desempenho dela como vadia.
 
Trata-se apenas de um exercício muito simples, mas de grande eficácia, que se baseia na lógica de combater o trauma com algo com um impacto maior ainda.
 
 
 
 
Então, quando o marido perceber que sua esposa está vacilando enquanto piranha, deve obrigá-la a ficar de castigo nuazinha na varanda do apartamento ou do hotel e não sair de lá até que apareçam pelo menos dois admiradores nas janelas da vizinhança.
 
Até eu mesmo que sou facinha, fico arrepiada com este castigo: ficar exposta totalmente nua em público é bem emocionante.

 
 
Então, não esqueça: se sua mulher começar agir como mulher careta e conservadora, querendo usar sainha com calcinha por exemplo, é só colocá-la de castigo nuazinha na varanda que isto passa.

Eu garanto !

domingo, 11 de dezembro de 2016

Exibidinha (5ª parte)


As festas do Casal Fênix eram como uma versão real daqueles sites de exibicionismo, tipo chaturbate.

Os solteiros ficavam apreciando as esposas se exibindo nuas em poses como as das fotos desta postagem e também podiam conversar com os casais.





A senhora Fênix também costumava apimentar o clima e fazendo perguntas para o marido, como:

- Você não fica chateado por sua esposa ficar de quatro nuazinha se exibindo para outros homens ?

- Você deixa que outro homem goze na boca de sua mulher? E no cuzinho?

- Você curte beijar sua esposa na boca enquanto ela está sendo enrabada por outro homem ?




As esposas também eram, uma a uma, entrevistadas pela Senhora Fênix, que fazia perguntas sacanas como:

- Você gosta de ser piranha?

- Você já deu para dois homens ao mesmo tempo ?

- Você cospe, engola ou deixa na boca mesmo ?



A senhora Fênix também fazia uma brincadeira com a esposa. Ela pedia para a esposa ficar em uma posição como a destas fotos e aí abria com as mãos a bunda da esposa deixando o cuzinho dela escancarado. Aí perguntava para o esposa: "Quando eu abro seu cuzinho assim para os solteiros verem, na frente de seu marido, como você se sente: zangada, feliz ou humilhada ?"

Eu sempre dizia: feliz !





As festas tinham sempre um "Gran Finale". Algumas esposas eram "sorteadas" (na verdade, isto era combinado antes) e iam para o meio do salão, onde ficavam de quatro, com a bunda empinada, como nessas fotos. Aí, os solteiros que quisessem poderiam se aproximar, colocar o pau pra fora das calças  e se masturbar até gozar sobre as moças, coitadinhas. Esta era a parte do "deleite".
Os demais solteiros e os maridos ficavam só assistindo. Depois os maridos limpavam a porra sobre o corpo de suas esposas com uma toalhinha.


Fomos a cinco ou seis festas do Casal Fênix. Eram bem legais, mas acabaram. Se alguém souber de festas parecidas, me avise !



quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Exibidinha (4ª parte)



Como estava contando, fiz estas poses a pedido de um cliente para lembrar o que eu e outras esposas fazíamos nas festas do Casal Fênix, há mais de dez anos.

Essas festas eram mais light que as noites de ménage das boates de swing de hoje, onde o marido não só incentiva sua esposa a ficar nuazinha para o deleite de outros homens como também aceita que sua esposa faça sexo - inclusive anal - com os solteiros presentes. Nas festas do Casal Fênix rolava só exibicionismo e também um deleite, que vou contar mais adiante.





Antes, porém, queria deixar claro que nas festas do Casal Fênix NÃO rolava uma suruba geral de pessoas sem ética, imorais e cretinas. Onde isto acontece hoje em dia é no Congresso Nacional.

Nas festas do Casal Fênix o ambiente era apenas erótico, nada a ver com a devassidão moral de nosso Congresso. O Senhor Fênix era um modelo de bom comportamento perto de um Renan. A Senhora Fênix era um exemplo de mulher virtuosa e recatada perto de uma Adriana Ancelmo.





Então, depois que cada casal havia sido apresentado e a esposa feito um strip-tease e desfilado nuazinha entre os solteiros, a madame Fênix sugeria que ela ficasse em uma pose. Claro que não eram obrigatórias, na verdade, as esposas podiam ficar como quisessem, mas a maioria fazia uma pose bonitinha, bem exibidinha.

As poses sempre deixavam a bundinha bem empinadinha.


 
 
Na prática, essas festas eram uma espécie de show de modelos, em que as modelos eram mulheres casadas, que se apresentavam nuas ao lado de seus respectivos maridos para a alegria de um público formado por solteiros taradinhos.
 
Ou seja: não tinha nada demais.



Os solteiros curtiam muito, é claro, tanto que pagavam caro para poderem frequentar a festa. As esposas se sentiam super bem. É uma delícia se sentir cercada, apreciada e desejada por um monte de homens, cheios de tesão por você, sou até meio viciada nisto.

E os maridos também adoravam. Que marido não gosta de ver sua esposa nua, de quatro, exibindo a bunda para a galera, bem putinha?









segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Exibidinha (3ª parte)


Como contei na segunda parte, estas fotos foram tiradas pelo meu marido na casa de um cliente, que me pediu para fazer as mesmas poses em que eu costumava me exibir nas festas do casal Fênix, só para matar a saudade.

Essas festas aconteceram há mais de dez anos. Pareciam com as noites de menage em boates de swing, mas sem sexo, lá só tinha exibicionismo: alguns maridos exibiam suas esposas para um monte de solteiros, só isto.




A festa tinha um ritual. Primeiro os solteiros chegavam e ficavam bebendo no salão da casa do Casal Fênix.

Aí, lá pela meia noite, começava a apresentação das esposinhas, que entravam no salão de mãos dadas com seu marido, organizadamente, um casal de cada vez. A mulher então fazia um strip-tease e terminava nuazinha e de salto alto. Todos aplaudiam muito.




Durante o strip-tease, a Senhora Fênix então apresentava o casal para os solteiros presentes. Ela costumava elogiar a mulher, falando coisas como: "Gente, ela não é gostosa ?" e "Olhem só que bunda maravilhosa!" e "Que seios durinhos e empinadinhos! E coisas assim.

A Senhora Fênix também pedia que os solteiros dessem uma salva de palmas para o marido, por ser generoso e exibir a esposa nuazinha para a galera. Mas a verdade é que muitos casais estavam ali só para receber o cachê, que era alto.




O marido, vestido normalmente, então levava sua esposa peladinha para dar algumas voltas pelo salão, passando entre os solteiros, até a Senhora Fênix indicar onde eles deveriam ficar. e sugerir uma "pose artística" para a esposa.

Aí entrava outro casal e ia assim até todos entrarem. Esta apresentação inicial levava mais ou menos uma hora. Eram dez casais, na média.




Os maridos ficavam sempre ao lado de suas esposas, a maioria deles orgulhosos de suas mulheres, como o Sergio, meu marido.

Outros, porém, estavam ali só pelo dinheiro e aí ficavam meio envergonhados de suas mulheres estarem com a bunda toda de fora se exibindo para um monte de solteiros tarados.





Quando terminava o desfile, o salão estava cheio de mulheres nuas, mas o ambiente era de respeito total: nenhum solteiro podia passar a mão em uma esposa, mas apenas apreciá-la.

 Termino na próxima postagem.




segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Exibidinha (2º parte)


Na primeira parte coloquei algumas fotos sem sainha e sem calcinha tiradas pelo meu marido na casa de um cliente, para alegria dele e também de dois rapazes que estavam por lá.

Além daquelas fotos tiramos ainda estas aqui. O cliente pediu para eu repetir as poses que eu costumava fazer nas festas do Casal Fênix, onde ele tinha nos conhecido.





Essas festas aconteceram há mais de dez anos e não rolam mais, o que é uma pena. Eram realizadas no último sábado do mês em uma mansão no Alto da Boa Vista, aqui no Rio.

Tinha garçom servindo whisky e havia também salgadinhos. Não era como uma festa em um clube de swing, era mais chique, mais privê. A trilha sonora era de música eletrônica, que estava mais em moda, naquela época.



Os frequentadores eram solteiros ou homens desacompanhados, cerca de 30, na média. A entrada era bem cara, mas eles pagavam porque eram todos meio tarados.

Eram tarados por esposinhas, mesmo que acompanhadas por seus respectivos maridos. Aliás, principalmente quando acompanhadas por eles. Tem homem que é assim, adora ver uma mulher se exibindo nua ou quase nua na frente do marido dela.



A coisa funcionava assim. O Casal Fênix frequentava clubes de swing  (a gente os conheceu na Boate 2a2 de Copa) e quando encontrava um casal cuja esposa fosse bem gostosa, oferecia ao marido uma ótima oportunidade de negócio: ser fornecedor para a festa. Isto significava ir com sua esposa para a festa, no dia e na hora combinados, em troca de uma boa grana.

Claro que o Sergio topou, de primeira, nem precisaria pagar.



Mas não é o que parece: não rolava sexo nas festas do Casal Fênix, não havia surubas nem quartinhos.Tudo era de alto nível e feito com todo respeito. A única coisa que acontecia era a esposa ficar nua, em exibição para os solteiros.

Na próxima postagem conto mais.









 
 
 






quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Adriana Ancelmo e Claudia Cunha, que nojo !


Me chamam de puta, vadia, piranha e vagabunda, só porque dou minha bunda por aí. Não ligo, não, podem me chamar assim, pois minha consciência está tranquila.A bunda é minha, dou para quem quiser e pagar, com o conhecimento de meu marido. Não estou enganando nem roubando ninguém.

Quem realmente deveria ter vergonha são mulheres como a Claudia Cunha, esposa do preso Eduardo Cunha e da Adriana Ancelmo, esposa do preso Sergio Cabral.

Sou piranha, mas sou honesta. Claudia Cunha e Adriana Ancelmo são esposas e cúmplices de gente que rouba o dinheiro que deveria ser utilizado para ajudar pessoas muito necessitadas. Elas são piores do que qualquer puta ou vadia. Elas são nojentas.

Adriana Ancelmo não vê nada de errado que seu marido desvie dinheiro de comunidades super carentes no Rio para ela comprar uma bolsa Fendi em Paris. Que cretina !

Imoralidade é a marca de mulheres como Claudia Cunha e Adriana Ancelmo. Nosso país ficaria bem melhor sem mulheres monstruosas como elas...  (Mas, eu, Thays Facinha, com certeza faria falta...)

Comparada com mulheres como a Adriana e a Claudia, sou quase uma Madre Teresa de Calcutá !